“Salve geral – O Dia em que São Paulo parou” abordará ataques do PCC

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Confira o primeiro trailer de Salve Geral

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foto pcc Mais um filme sobre a criminalidade nacional estará em evidência nos próximos meses. Depois de Tropa de Elite, agora será Salve geral – O dia em que São Paulo parou, do cineasta Sérgio Rezende.

O filme será a visão do cineasta sobre os ataques orquestrados pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no fim de semana do Dia das Mães de 2006, que chocaram o país inteiro.

O filme trará Andréa Beltrão como uma mãe de família em meio a um inferno de ônibus incendiados, ataques a bancos, metrô e residências, que provocaram um saldo de pelo menos 152 mortos. Ela será uma mãe que vê o filho de 17 anos ser preso, passando a conviver com um mundo do qual nada sabia.

Atualmente em fase de pré-produção, o título de Salve Geral faz referência aos comunicados da facção, como o que decretou a morte de policiais e agentes penitenciários em 2006 – e é para os acontecimentos desta data que o longa de Sérgio Rezende se encaminha.

O filme será rodado no pólo cinematográfico de Paulínea, no interior de São Paulo, e terá cenas com três mil figurantes. Na capital paulista serão feitas tomadas como a de uma assustadora Avenida Paulista completamente deserta. Imagens dos noticiários televisivos da época vão garantir um tom documental.

Com orçamento de R$ 6,8 milhões, o filme será distribuído pela Columbia, com a Globo Filmes podendo entrar no projeto. É mais um filme que poderá marcar época no cinema nacional, vamos esperar pra ver.

Fonte: Terra

14 comentários

  1. Olha gente eu não sei oque dizer sobre o filme e nem sobre o pcc pois, o pcc e formardo por criminosos que não valem o ar que respiram. Os policiais são bandidos também e merecem morrer então eu não sei.

  2. Sabe o filme foi uma merda,acho q pelo menos deveriam pesquizer realemtne todas as cadeias pra poder contar uma ficição no qual pareça realidade,porem a cadeia de avare nunca vai ser daquele jeito mulher de maquiagem e brinco,homens no patio nunca eu vo la e é totalmente diferente,deveriam pelo menos tentar entrevistar mulheres de preso pra todos terem uma noção de como é a vida do crime,e ate na entrega das cesta que mentiraaa…desculpe-me mas da proxima vez façam algo que tenham uma historia com começo meio e fim,e que expliquem totalmente a historia.

  3. Soube que o filme não corresponde a realidade. Protestos no dia da estréia mostram que 400 jovens foram executados por policiais sem ter qualquer envolvimento com o PCC

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